Design / Brasil / Europa

Centro Universitário da Bahia (FIB)
Aluna Luzia O. Ferreira
Matéria: Design – 3º Semestre
Curso: Comunicação Social – Jornalismo
Profª: Marilei
Foto: MauricioWeb
Origem e Significado do Design no Brasil/
Europa Design/Brasileiro/Europa
O desenho industrial é uma característica que atende as necessidades da comunidade, porque a atividade especializada desempenha o criativo e o artístico, na criação dos produtos na qual abastece a população.
O design tem três tipos de pratica e estrutura. O design artístico tem um valor que ativa o profissional com seus artifícios mechem com a estética e a forma do uso. Na segundo o objeto de prioridade é, a produção e processo de fabricação e atualização na tecnologia. No terceiro passo o design tem função desde a especialização até a matéria-prima, ou seja, é responsável pelo produto final.
O design em 1973 foi definido como uma atividade de inovação da tecnologia, e a disciplina que envolveria o processo de desenvolvimento do produto modernizando o campo industrial.
Os desenhos industriais possuem características que profissionalizam o design, na qual “a cultura desenha informações e idéias”, É uma atividade moderna com diferentes saberes, em que desenvolve a comunicação visual.
Até o momento não existem um modelo padrão para design. Temos exemplos como: Desenho industrial, design de produtos, programador visual e design gráfico - Dito pelos profissionais da área.
Para a autora o design no Brasil ficou conhecido como “Desenho Industrial”. O design teria que ser explicado para o público, o significado “Indústria design”, porque nem os mais esclarecidos da época, sabia do que se tratava; Confundiam com desenho técnico ou desenho de máquina. O pedido foi feito pela Secretario de Educação - Carlos Flexa Ribeiro para Carlos Lacerda governador da época. Para o esclarecimento do mesmo.
Mas, todo ensino do design, não foi o bastante e nem suficiente, para que as pessoas compreendessem as técnicas de ensino. No qual vêem afetando os dias de hoje. Afirma a Autora.
Em 1993 a comissão de educação cultura e câmeras de deputados rejeitaram o regulamento da profissão no país. Porque segundo a câmera já existia a profissão de desenhista técnico. Essa ocorrência na legalização estava presente na difusão e destinação entre: (Desenho Técnico e desenho Industrial).
Houve uma mínima definição no curso de desenho Industrial no período de 1988. Esse termo adotado passou a se desenvolver globalmente a profissão.
No encontro nacional de desenhista Industrial da ENDI (Escola Superior de Desenho Industrial) reuniu em Curitiba especialista de todos os países para a aprovação na alteração do nome da profissão para Design, mas por motivo de multiplicidade cada um com termo genérico na área, podendo se especificado e complementado, como exemplos: Design Gráfico – Design de Moda – Design de Produto – Design de Moveis – etc. Todos com denominação de professores e alunos do curso existente no país: Adotado pelo AEND-BR – (Associação de ensino de Design no Brasil) e a ADG – (Associação dos Designers Gráficos).
Design na Europa
Na Inglaterra a revolução industrial no século XIX. Juntaram - se em maior concentração para lutarem por uma causa, que lhes dessem condições de trabalho e vida digna. Na sociedade não havia lugar para esse povo, por motivo e controle do capitalismo.
O promotor de Londres Henry Gole via o Design como a melhor aprimoração da aparência dos produtos. Ele “queria mudar os estilos dos objetos e os históricos das vitorianas de moveis a máquina a vapor”. O seu diálogo sobre as coisas se estende até o século XX, com o apoio do Príncipe Alfredo da Inglaterra. A exposição de Gole, na qual mostrou a obra o “Palácio de Cristal” causou forte simbolismo e delicadeza aos visitantes estrangeiros. Quem à visitou deu novos rumos as suas atividades artísticas. “Tomaram como modelo a produção dos seus designers”.
Alguns designers tomam como inspiração nos seus trabalhos as habilidades e os modelos de Henry, já outros repudiaram esse tipo de produção.
No século XIX, com a tendência reformista, John Ruskem apontou a questão como de bom gosto e qualidade, sobre a teoria e a pratica de design. Assim produziram-se uma melhor solução entre o design e a sociedade naquele período.
A divisão dos trabalhos a disciplina design na produção da Europa, geravam alienação dos operários com os patrões. Todas essas estratégias e habilidades eram controladas, comandada e desenvolvida pelos donos de fábricas, pelo processo tecnológico existente.
O empresário tinha na maquina um aliado que submetia a todos os serviços.
O avanço tecnológico mundial iniciou a partir do século XIX, no setor manual de faturamento. As fabricas abriu espaços para os trabalhadores, no setor de prestação de serviço, mesmo assim a alienação aos patrões era presente. Alguns exemplos são escritórios de grandes companhias, matem a hierarquia disciplinar para manter o processo de trabalho, na qual a produção ira ter qualidade na mão de obra.
As novas tecnologias – surge com novo processo de produção - Máquinas e materiais. Na Inglaterra houve um conflito na produção de fabrica, que afetaram os artesãos e todo interesse político, capitalista e toda coordenação das empresas; Para que os custos baixassem, muitos foram demitidos. Na época houve uma baixa produção manufaturados, porque o processo tecnológico não dava condição adequada, no ensino artístico, na qual existia a deficiência da qualificação profissional.
No mesmo período iniciaram as tentativas para recuperar o quadro da produção de bens, em causa e inquietações dos demais. William Morris - Foi o primeiro artista que compreendia os fatos, em que a arte, tinha perdido grandes motivações desde a revolução Industrial, tudo pela má qualidade dos produtos fabricados e também pela alienação associada a industrialização; Na qual os operários eram submetido.
Morris criou uma associação chamada de (Morris Marshal Shall S Fanlkener), com princípios de construir a revalorização da arte. Sua concepção de trabalho era o medieval – As habilidades desenvolvidas do artista era simples e manual, na qual era comparada com a política, religião e arte moral (Pevsner).
Morris tinha grande autonomia em seus trabalhas medievais, onde todo artesão denominada o processo do trabalho artesanal dando qualidade. Os seguidores de Morris foram “artistas em artesões e artesões em artistas”.
A associação de Morres - Arts em grafts (Artes Gráficas). Estabeleceu dentro do trabalho manual uma grande e existente qualidade de produtos. Assim suas obras foram se estendendo para o ensino do design. Alguns exemplos vêem, em oficina, ateliês, que são destaques em cursos de design. Esses não são presentes, nem na arquitetura e nem na engenharia. Esse processo ficou na história como o movimento moderno na Inglaterra. Após a morte de Morris, em 1896 a produção Industrial estacionou. Passando o posto para os Estados Unidos e para Europa. Nesses locais foram estaladas novas bases de produção da cultura industrializada. A Alemanha foi a que mais se beneficiou com esse movimento moderno. Com o mesmo segmento do Arts and grafts, deu origem – Art Nauveau. esse segmento foram dadas ao longo do século XVIII. Incluía nesse período dentro do design o imaginário da natureza, dentro da arte plástica. A Influência da estética, nas xilogravuras japonesas representava o simbolismo.
Havia em interesse em buscar o significado dos itens industrializado.
A Arte Nauveau se destacou, na Europa e na América. Havia interesses de vários países no seu estilo de produção. A Bélgica foi à percussora a aderir os padrões artísticos do Art Nauveau dentro da arquitetura, através da mão de obra de Victor Horta (1861-1947) Aconteceu uma grande mistura de estilos devido o crescimento das cidades, então foram criadas novas instalação, com criações e serviços na passagem do século. As descobertas do procedimento litográfico possibilitaram o uso de ilustrações nos impressos em grandes formatos, como os cartazes que ganhou destaque nos meios de comunicações com nível de qualidade muito boa.
REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA
Niemeyer – Lucy Design no Brasil. Origens e Instalação, Seres Design 3 ed. Editora Brasileira. Cp.1e2.
Aluna Luzia O. Ferreira
Matéria: Design – 3º Semestre
Curso: Comunicação Social – Jornalismo
Profª: Marilei
Foto: MauricioWeb
Origem e Significado do Design no Brasil/
Europa Design/Brasileiro/Europa
O desenho industrial é uma característica que atende as necessidades da comunidade, porque a atividade especializada desempenha o criativo e o artístico, na criação dos produtos na qual abastece a população.
O design tem três tipos de pratica e estrutura. O design artístico tem um valor que ativa o profissional com seus artifícios mechem com a estética e a forma do uso. Na segundo o objeto de prioridade é, a produção e processo de fabricação e atualização na tecnologia. No terceiro passo o design tem função desde a especialização até a matéria-prima, ou seja, é responsável pelo produto final.
O design em 1973 foi definido como uma atividade de inovação da tecnologia, e a disciplina que envolveria o processo de desenvolvimento do produto modernizando o campo industrial.
Os desenhos industriais possuem características que profissionalizam o design, na qual “a cultura desenha informações e idéias”, É uma atividade moderna com diferentes saberes, em que desenvolve a comunicação visual.
Até o momento não existem um modelo padrão para design. Temos exemplos como: Desenho industrial, design de produtos, programador visual e design gráfico - Dito pelos profissionais da área.
Para a autora o design no Brasil ficou conhecido como “Desenho Industrial”. O design teria que ser explicado para o público, o significado “Indústria design”, porque nem os mais esclarecidos da época, sabia do que se tratava; Confundiam com desenho técnico ou desenho de máquina. O pedido foi feito pela Secretario de Educação - Carlos Flexa Ribeiro para Carlos Lacerda governador da época. Para o esclarecimento do mesmo.
Mas, todo ensino do design, não foi o bastante e nem suficiente, para que as pessoas compreendessem as técnicas de ensino. No qual vêem afetando os dias de hoje. Afirma a Autora.
Em 1993 a comissão de educação cultura e câmeras de deputados rejeitaram o regulamento da profissão no país. Porque segundo a câmera já existia a profissão de desenhista técnico. Essa ocorrência na legalização estava presente na difusão e destinação entre: (Desenho Técnico e desenho Industrial).
Houve uma mínima definição no curso de desenho Industrial no período de 1988. Esse termo adotado passou a se desenvolver globalmente a profissão.
No encontro nacional de desenhista Industrial da ENDI (Escola Superior de Desenho Industrial) reuniu em Curitiba especialista de todos os países para a aprovação na alteração do nome da profissão para Design, mas por motivo de multiplicidade cada um com termo genérico na área, podendo se especificado e complementado, como exemplos: Design Gráfico – Design de Moda – Design de Produto – Design de Moveis – etc. Todos com denominação de professores e alunos do curso existente no país: Adotado pelo AEND-BR – (Associação de ensino de Design no Brasil) e a ADG – (Associação dos Designers Gráficos).
Design na Europa
Na Inglaterra a revolução industrial no século XIX. Juntaram - se em maior concentração para lutarem por uma causa, que lhes dessem condições de trabalho e vida digna. Na sociedade não havia lugar para esse povo, por motivo e controle do capitalismo.
O promotor de Londres Henry Gole via o Design como a melhor aprimoração da aparência dos produtos. Ele “queria mudar os estilos dos objetos e os históricos das vitorianas de moveis a máquina a vapor”. O seu diálogo sobre as coisas se estende até o século XX, com o apoio do Príncipe Alfredo da Inglaterra. A exposição de Gole, na qual mostrou a obra o “Palácio de Cristal” causou forte simbolismo e delicadeza aos visitantes estrangeiros. Quem à visitou deu novos rumos as suas atividades artísticas. “Tomaram como modelo a produção dos seus designers”.
Alguns designers tomam como inspiração nos seus trabalhos as habilidades e os modelos de Henry, já outros repudiaram esse tipo de produção.
No século XIX, com a tendência reformista, John Ruskem apontou a questão como de bom gosto e qualidade, sobre a teoria e a pratica de design. Assim produziram-se uma melhor solução entre o design e a sociedade naquele período.
A divisão dos trabalhos a disciplina design na produção da Europa, geravam alienação dos operários com os patrões. Todas essas estratégias e habilidades eram controladas, comandada e desenvolvida pelos donos de fábricas, pelo processo tecnológico existente.
O empresário tinha na maquina um aliado que submetia a todos os serviços.
O avanço tecnológico mundial iniciou a partir do século XIX, no setor manual de faturamento. As fabricas abriu espaços para os trabalhadores, no setor de prestação de serviço, mesmo assim a alienação aos patrões era presente. Alguns exemplos são escritórios de grandes companhias, matem a hierarquia disciplinar para manter o processo de trabalho, na qual a produção ira ter qualidade na mão de obra.
As novas tecnologias – surge com novo processo de produção - Máquinas e materiais. Na Inglaterra houve um conflito na produção de fabrica, que afetaram os artesãos e todo interesse político, capitalista e toda coordenação das empresas; Para que os custos baixassem, muitos foram demitidos. Na época houve uma baixa produção manufaturados, porque o processo tecnológico não dava condição adequada, no ensino artístico, na qual existia a deficiência da qualificação profissional.
No mesmo período iniciaram as tentativas para recuperar o quadro da produção de bens, em causa e inquietações dos demais. William Morris - Foi o primeiro artista que compreendia os fatos, em que a arte, tinha perdido grandes motivações desde a revolução Industrial, tudo pela má qualidade dos produtos fabricados e também pela alienação associada a industrialização; Na qual os operários eram submetido.
Morris criou uma associação chamada de (Morris Marshal Shall S Fanlkener), com princípios de construir a revalorização da arte. Sua concepção de trabalho era o medieval – As habilidades desenvolvidas do artista era simples e manual, na qual era comparada com a política, religião e arte moral (Pevsner).
Morris tinha grande autonomia em seus trabalhas medievais, onde todo artesão denominada o processo do trabalho artesanal dando qualidade. Os seguidores de Morris foram “artistas em artesões e artesões em artistas”.
A associação de Morres - Arts em grafts (Artes Gráficas). Estabeleceu dentro do trabalho manual uma grande e existente qualidade de produtos. Assim suas obras foram se estendendo para o ensino do design. Alguns exemplos vêem, em oficina, ateliês, que são destaques em cursos de design. Esses não são presentes, nem na arquitetura e nem na engenharia. Esse processo ficou na história como o movimento moderno na Inglaterra. Após a morte de Morris, em 1896 a produção Industrial estacionou. Passando o posto para os Estados Unidos e para Europa. Nesses locais foram estaladas novas bases de produção da cultura industrializada. A Alemanha foi a que mais se beneficiou com esse movimento moderno. Com o mesmo segmento do Arts and grafts, deu origem – Art Nauveau. esse segmento foram dadas ao longo do século XVIII. Incluía nesse período dentro do design o imaginário da natureza, dentro da arte plástica. A Influência da estética, nas xilogravuras japonesas representava o simbolismo.
Havia em interesse em buscar o significado dos itens industrializado.
A Arte Nauveau se destacou, na Europa e na América. Havia interesses de vários países no seu estilo de produção. A Bélgica foi à percussora a aderir os padrões artísticos do Art Nauveau dentro da arquitetura, através da mão de obra de Victor Horta (1861-1947) Aconteceu uma grande mistura de estilos devido o crescimento das cidades, então foram criadas novas instalação, com criações e serviços na passagem do século. As descobertas do procedimento litográfico possibilitaram o uso de ilustrações nos impressos em grandes formatos, como os cartazes que ganhou destaque nos meios de comunicações com nível de qualidade muito boa.
REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA
Niemeyer – Lucy Design no Brasil. Origens e Instalação, Seres Design 3 ed. Editora Brasileira. Cp.1e2.
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